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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Exposição sobre Jimi Hendrix em São Paulo

Você é fã de Jimi Hendrix? Então anote na agenda algum dia entre 10 de junho e 31 de julho para visitar a Hear My Train a Comin': Hendrix Hits London, uma exposição que revisita o início da consagração do guitarrista como um dos maiores nomes do Rock de todos os tempos. A mostra estará exposta em São Paulo Shopping JK Iguatemi -  Itaim Bibi. Com curadoria de Jacob McMurray, do Experience Music Project Museum, a mostra artística passeia por diversos momentos da carreira de Jimi Hendrix, culminando em seu reconhecimento na Europa depois de anos sendo coadjuvante em diversas bandas nos Estados Unidos.

Na história da música, Hendrix arrumou as malas e foi para Londres após convite de Chas Chandler, baixista da banda The Animals. Ele viu uma apresentação de Jimi com o grupo Blue Flames na casa de shows Cafe Au Go Go, em Nova Iorque, e ficou impressionado com o domínio musical do artista.
Para convencer o guitarrista de que a Inglaterra era um ótimo lugar para ele continuar sua carreira, Chandler afirmou que Londres representava o espaço ideal para qualquer artista que quisesse produzir música de forma livre e sem amarras.
A mostra é dividida em 14 alas, que representam alguns dos momentos icônicos vividos por Jimi entre sua ida para a Inglaterra e a consagração musical de um mito. São elas: Hendrix Jackets, Mitch Mitchel Focus, Case Lyrics: Love or Confusion, Hey Joe to Purple Haze, Walker Brothers Tour to Wind Cries Mary, Band Setup, Film Monitor, Are You Experienced to Monterey, Jimi´s Record Collection, Map Wall, Woodstock Strat, Saville Guitar Fragments, Monterey Guitar Fragments e Mixing Interaction. Seja para quem é fã ou para aqueles mais novos que nunca tiveram contato com o artista, a exposicão figura como uma das mais importantes obras biográficas do guitarrista, e é um banquete de informações cruciais para quem queira saber detalhes curiosos da ascensão de um grande rockstar. 

 

Hear my Train a Comin': Hendrix Hits London

Quando: de 10 de junho a 31 de julho; das 10h às 22h (dias de semana) / das 11h às 20h (finais de semana).
Onde: Shopping JK Iguatemi – Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi
Preço: Entrada Franca.

Fonte: agambiarra


quarta-feira, 10 de junho de 2015

Sepultura comemora 30 anos com shows especiais no RJ e em SP

Com três décadas de estradas completadas, britanicamente, em 4 dezembro do ano passado, o Sepultura dedicou 2015 para comemorar a sua trajetória. Em 30 anos, a banda passou por diversas formações e conquistou uma legião de fãs em todo o mundo. Esquivos de sombras e comparações com o passado, Derrick Green (vocal), Andreas Kisser (guitarra), Paulo Jr. (baixo) e Eloy Casagrande (bateria) estão em turnê reverenciando a discografia mais importante do metal brasileiro. As próximas paradas do grupo serão no Rio de Janeiro, dia 19 de junho, e em São Paulo, dia 20. Na capital carioca, o Sepultura se apresenta no tradicional Circo Voador. Já na terra da garoa, o som rola na nova Audio Club.

Rio de Janeio
Data: 19 de junho de 2015 – sexta-feira
Abertura da casa: 20h30
Local: Circo Voador - Rua dos Arcos s/n - Lapa - Rio de Janeiro - RJ
Ingressos: de R$ 50 a R$ 250 / vendas online: Ingresso.com

São Paulo
Data: 20 de junho de 2015 – sábado
Abertura da casa: 21h
Local: Audio SP - Av. Francisco Matarazzo, 694 - Água Branca - São Paulo - SP
Ingressos: de R$ 70 a R$ 160 / vendas online: Ticket 360 

(Guitartalks)


Testament e Cannibal Corpse vêm ao Brasil em turnê conjunta

Os americanos do Cannibal Corpse confirmaram seu retorno à América Latina entre novembro e dezembro com as lendas do thrash metal Testament. A turnê começa no dia 17 de novembro em Porto Alegre (no Opinião), Curitiba (dia 18, no Vanilla Music Hall), Rio de Janeiro (dia 20, no Circo Voador) e São Paulo (dia 21, no Carioca Club). Ainda ocorrerão shows pela Argentina, Chile, Peru, Costa Rica e termina no dia 2 de dezembro no México. A venda de ingressos começa nesta quarta-feira, 10 de junho.


O novo giro do Cannibal Corpse é em divulgação de seu novo álbum de estúdio, A Skeletal Domain. O  álbum #13 da banda foi lançado no Brasil pela parceria da ROCK BRIGADE Records com a Mutilation Records e Valhall Music, e foi citado em diversos meios como um dos melhores lançamentos de death metal em 2014.
(Fonte: RockBrigade)



sábado, 6 de junho de 2015

Keith Richards diz estar “pronto” para fazer novo álbum com os Rolling Stones

Os Rolling Stones estão atualmente em turnê pela América do Norte, na excursão Zip Code, que acompanha o relançamento do disco Sticky Fingers. A banda, entretanto, não lança um álbum de inéditas desde A Bigger Bang (2005). De acordo com as declarações recentes do guitarrista Keith Richards, o hiato de discos de inéditas parece estar perto de um fim. “Engraçado você mencionar isso”, disse ele à Rolling Stone EUA, comentando sobre entrar em estúdio para gravar. “Semana passada, a palavra ‘estúdio’ surgiu enquanto ensaiávamos. Eu disse, ‘Bem, vamos arrumar tempo. Estou pronto’.”

Em abril deste ano, Richards também já havia comentado positivamente sobre o assunto. “Gostaria de voltar aos estúdios com os caras”, disse. “Estamos conversando sobre gravar alguma coisa depois dessa turnê, mas não há nada definido. Apenas jogamos a ideia. Qualquer coisa pode acontecer.” Ainda antes dele, o vocalista do grupo, Mick Jagger – também em entrevista à RS EUA – disse que “seria muito bacana” fazer um novo álbum com os Stones. O músico ainda contou que tem “um monte de canções inéditas”. “Fiz algumas demos muito boas para todas elas. Eu adoraria grava-las”, acrescentou. “Então vamos esperar”.

Tanto Jagger quanto Richards também afirmaram que, se as músicas que têm não forem aproveitadas pelos Stones, eles lançarão álbuns em carreira solo.

Fonte: RollingStones

terça-feira, 2 de junho de 2015

Há 59 anos Gene Vincent & The Blue Caps lançam "Be-Bop-A-Lula"

Be-Bop-A-Lula é um canção de rock, gravada pela primeira vez em 02/06/1956, por Gene Vincent e os Blue Caps.
Gene Vincent e os Blue Caps.
A música já foi interpretada por vários artistas como Elvis Presley, Eric Burdon, Jerry Lee Lewis, The Beatles, Suicide, David Cassidy, The Everly Brothers, Foghat, John Lennon, Paul McCartney, Gene Summers, Carl Perkins, Raul Seixas, Demented Are Go, Stray Cats, Queen.

A Composição desta canção é creditada a Gene Vincent e seu empresário, Bill “Sheriff Tex” Davis. Há uma evidencia de que a canção começou a ser composta em 1955, quando Vincent estava se recuperando de um acidente de moto no Hospital da Marinha dos Estados Unidos em Norfolk, Virginia. Lá, ele conheceu Donald Graves, quem supostamente escreveu a letra, enquanto Vincent escrevia a melodia. A música chamou a atenção de Davis, que teria comprado os direitos autorais da canção por 50 dólares (fontes variam quanto ao valor exato), e tenha creditado si mesmo como o compositor. Davis afirmou que compos a canção com Gene Vincent depois de ouvir a canção “Don’t Bring Lulu”, e o próprio Vincent algumas vezes afirmou que ele compôs a letra inspirado em uma História em Quadrinhos, Little Lulu (Luluzinha no Brasil).

Está na #102 posição da lista das 500 melhores canções de todos os tempos, da revista Rolling Stone.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Em carta, Roger Waters pede para que Gil e Caetano cancelem show em Israel

Foto: Britta Pedersen
Roger Waters, ex-baixista e fundador do Pink Floyd, enviou uma carta para Gilberto Gil e Caetano Veloso pedindo para que os músicos brasileiros cancelem um show marcado para o dia 28 de julho em Tel Aviv, Israel. Escrita em 22 de maio, a mensagem foi encaminhada através do BDS, sigla global que tem como objetivo pressionar a saída de Israel de territórios palestinos através de “boicotes, desinvestimentos e sanções”. Respeitosamente, Waters explicou a admiração cultivada pela dupla brasileira, pedindo para que Gil e Caetano não façam o show na segunda maior cidade do país. "Caros Gilberto e Caetano, os aprisionados e os mortos estendem as mãos. Por favor, unam-se a nós cancelando seu show em Israel", escreveu.

O anúncio realizado pelos artistas baianos na última terça, 26, também gerou protestos nas redes sociais. No Facebook, a página “A Tropicália Não Combina com Apartheid” já reuniu mais de 10 mil assinaturas contra a performance dos músicos em Tel Aviv. Em comunicado, as assessorias de Caetano Veloso e Gilberto Gil informaram que o show não será cancelado e que nenhum dos artista falará a respeito.  


Leia a carta de Roger Waters enviada aos músicos brasileiros na íntegra:

Caros Caetano e Gilberto,
Quando olho para suas fotos, escuto suas músicas, leio a história de suas lutas pessoais e profissionais, lembro de todas as lutas de todos os povos que resistiram a um domínio imperial, militar e colonial através do milênio, que lutaram pelos aprisionados e pelos mortos. Nunca foi fácil, mas sempre foi certo. 

Em uma de suas músicas, Gil, você menciona o arcebispo Desmond Tutu. Eu não falo português, mas assumo que vocês dois aplaudam a resistência do arcebispo Tutu ao racismo e ao apartheid que acabaram derrubados na África do Sul. Eram dias impetuosos, quando a comunidade mundial de artistas estava lado a lado com seus irmãos e irmãs oprimidos na África. Nós, os músicos, lideramos o levante naquele momento, em apoio a Nelson Mandela, a ANC, ao povo africano oprimido e a todos os aprisionados e mortos. 

Gil e Caetano tem show marcado para 28/7 em Tel Aviv, Israel

Estamos diante de uma oportunidade igualmente significativa agora. Estamos em um ponto culminante. Aqueles de nós que estamos convencidos que o direito a uma vida humana decente e à autodeterminação política devem ser universais estamos, em consonância com 139 nações da Assembleia Geral da ONU, focados na Palestina. 

Após o ataque brutal de Israel à população palestina de Gaza, no último verão, a opinião pública, acertadamente, pendeu a favor das vítimas, a favor dos oprimidos e dos sem privilégios, a favor dos aprisionados e mortos.

O primeiro-ministro de Israel, Netanyahu, com seu governo de extrema-direita, lembra-me da história da "Nova roupa do imperador"; com certeza nunca houve um gabinete mais exposto em sua calúnia como este. Eles se condenam mais a cada fôlego, a cada discurso racista. "Olha, mamãe, o imperador está nu!"

Tive a oportunidade, recentemente, de escrever uma carta a um jovem artista inglês, Robbie Williams; eu compartilhei com ele o destino de quatro jovens palestinos que jogavam futebol numa praia de Gaza, mortos por artilharia israelense. Por que eu traria à tona uma praia e futebol? Por quê? Porque eu amo o Brasil, eu tenho a praia de Ipanema nos olhos da minha mente; eu lembro de shows que fiz em São Paulo, Porto Alegre, Manaus e Rio. Como poderia esquecê-los? Eu tenho uma camiseta de futebol, assinada: "para Roger, de seu fã Pelé". 

Quando estive aí pela última vez, uma criança inocente tinha acabado de ser morta, arrastada por um carro dirigido por criminosos que escapavam da cena do crime. O remorso nacional era palpável, era todo abrangente, vocês, todos vocês, importavam-se com aquela pobre criança. De tantas maneiras, vocês são um foco de luz para o resto do mundo. 

Como vocês sabem, artistas internacionais preocupados com direitos humanos na África do Sul do apartheid se recusaram a atravessar a linha de piquete para tocar em Sun City. Naqueles dias, Little Steven, Bruce Springsteen e cinquenta ou mais músicos protestaram contra a opressão cruel e racista dos nativos da África do Sul.

Aqueles artistas ajudaram a ganhar aquela batalha, e nós, do movimento não-violento de Boicote, Desinvestimentos e Sanções (BDS) pela liberdade, justiça e igualdade dos palestinos, vamos ganhar esta contra as políticas similarmente racistas e colonialistas do governo de ocupação de Israel. Vamos continuar a pressionar adiante, a favor de direitos iguais para todos os povos da Terra Santa. Do mesmo modo que músicos não iam tocar em Sun City, cada vez mais não vamos tocar em Tel Aviv. Não há lugar hoje no mundo para outro regime racista de apartheid. 

Quando tudo isso acabar, nós iremos à Terra Santa, cantaremos nossas músicas de amor e solidariedade, olharemos as estrelas através das folhas das oliveiras, sentiremos o cheiro da madeira queimando das fogueiras de nossos anfitriões, estimaremos essa lendária hospitalidade. Mas, até que isso termine, até que todos os povos sejam livres, nós vamos fincar nosso emblema na areia, há uma linha que não cruzaremos, nós não vamos entreter as cortes do rei tirano. 

Caros Gilberto e Caetano, os aprisionados e os mortos estendem as mãos. Por favor, unam-se a nós cancelando seu show em Israel. 

Fonte: rollingstone


Saxon: novo álbum de estúdio “Battering Ram” será lançado ainda este ano

As lendas britânicas do heavy metal Saxon lançam Battering Ram o título de seu 21º álbum de estúdio, que será lançado no outono (hemisfério Norte) via UDR Music.

O frontman do grupo Biff Byford já anunciou alguns nomes das faixas do successor de Sacrifice (2013): The Devil’s Footprint, Tax ‘Till You Drop, Queen Of Hearts e The Drinking Song. Sobre o CD, o vocalista disse: “Uma parte é bem brutal, mas tem também bastante melodia. Todo álbum do Saxon é diferente do anterior pois queremos entreter as pessoas e não queremos escrever a mesma música todas as vezes.”

Battering Ram foi produzido por Andy Sneap (Megadeth, Exodus, Accept). Mais informações sobre o novo álbum de estúdio do Saxon serão divulgadas em breve.


Fonte: Rock Brigade

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