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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Veja quais deputados votaram a favor da terceirização

Foto: Gustavo Lima/Câmara dos Deputados
A Câmara aprovou na noite desta quarta-feira 22, por 230 votos a favor e 203 contra, emenda aglutinativa alterando alguns pontos do projeto que regulamenta a terceirização, o PL 4.330/04. A emenda manteve no texto-base a possibilidade de terceirizar a atividade-fim, o que permite que empresas possam subcontratar para todos seus setores de atividade. 

A emenda foi aprovada com apoio de partidos como, por exemplo, PSDB, PMDB, DEM, PSD e Solidariedade, entre outros, enquanto que PT, PCdoB, PSB, PV, PDT, Pros e Psol ficaram contrários à proposta. 

Veja como votou cada deputado, conforme lista disponível no site da Câmara dos Deputados:

ou no site da Carta Capital:  http://www.cartacapital.com.br/politica/veja-quais-deputados-votaram-a-favor-da-terceirizacao-5451.html


Fonte: Carta Capital

domingo, 19 de abril de 2015

As razões do empresário que baixou seu salário para dividi-lo com empregados

Dan Price, empresário americano que fundou a Gravity Payments 
Dan Price um dia se deparou com um estudo que dizia que, para ser feliz, uma pessoa precisaria ganhar ao menos US$ 70 mil (R$ 211 mil) por ano.

Essa pesquisa mexeu tanto com o fundador da empresa de pagamentos com cartão de crédito, Gravity Payments, que nesta semana, ele decidiu anunciar aos seus 120 empregados que esse passaria a ser o salário base de todos eles. Para conseguir fazer a mudança, o próprio dono da empresa decidiu diminuir seu salário – de US$ 1 milhão (R$ 3 milhões) – e utilizar os US$ 2,2 milhões (R$ 6,64 milhões) gerados pela empresa no ano passado. "Acredito que isso é o que todo mundo merece", disse ele aos empregados, que ficaram boquiabertos.

O plano será implementado em três anos e os empregados que recebem menos de US$ 70 mil receberão incrementos anuais, com o objetivo de chegar a essa cifra – ou até superá-la – até dezembro de 2017.

'Imperativo moral'

Price fundou a Gravity Payments aos 19 anos de idade, quando era estudante universitário da Seattle Pacific University. E o empresário, de 30 anos, garante que não precisa de US$ 1 milhão para viver.

Segundo disse ao canal de TV americano ABC News, se ele ganhava tanto, era porque esse era o salário de um presidente executivo, algo que Price agora considera "uma loucura".

E por isso, vai ajustar seu próprio salário ao mínimo estabelecido para todos.

Price reconhece que poderia levar uma vida de luxo, mas que ainda tem o mesmo carro há mais de 12 anos: um Audi que conseguiu em troca da ajuda prestada a um vendedor local de veículos com serviços da sua empresa.

Ele acredita que "quanto mais se tem, mais complicada se torna sua vida", e considerou que esses aumentos concedidos na sua empresa eram um "imperativo moral".

O primeiro salário que ofereceu era de US$ 24 mil (R$ 72,4 mil) e não incluía um seguro de saúde. Desde então, garante, tratou de melhorar as condições de seus empregados e finalmente a empresa alcançou um patamar de sucesso em que pode fazer isso.

Surpresa

O estudo feito na Universidade de Princeton em 2010 diz que, para serem felizes, as pessoas deveriam ganhar entre US$ 70 mil e US$ 75 mil (R$ 211 mil a R$ 226 mil).

Funcionários da empresa comemorando a decisão de Dan Price

Para quem ganha menos do que isso, há um impacto emocional grande, porque as pessoas estão preocupadas em suprir suas necessidades.

Se ganhar acima disso, o impacto é praticamente nulo, porque você pode até ter acesso a um pouco mais de luxo, mas o importante é que o básico está coberto.

A reação dos empregados com a atitude do patrão foi de emoção, surpresa e felicidade.

"Ouvi gente dizendo que agora podem ter filhos, que agora podem mudar da casa de seus pais…agora podem morar perto do trabalho sem precisar ficar uma hora dependendo de transporte público", contou ele em uma entrevista à CNN Money.

"Essa é a melhor maneira que encontrei de gastar dinheiro na vida", concluiu.


Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 17 de abril de 2015

"Velozes e Furiosos 7" ultrapassa US$ 1 bilhão de bilheteria


A bilheteria do filme "Velozes e Furiosos 7" ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão nesta sexta-feira (17), de acordo com o site Box Office Mojo.

O longa, com Paul Walker e Vin Diesel já arrecadou US$ 735,2 milhões dólares no exterior em 17 dias e US$ 273,7 milhões na América do Norte após 15 dias. Os números o tornam o filme que mais rápido chegou à marca do bilhão de dólares.

Este é o primeiro filme dos estúdios da Universal a ultrapassar essa marca. "Jurassic Park", de 1993, também do mesmo estúdio, ultrapassou a marca do bilhão apenas após o seu relançamento em 3D em 2013.

Outros filmes que ultrapassaram essa marca, como "Os Vingadores", "Avatar" e "Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2" demoraram 19 dias para conseguir o feito. "Velozes 7" chegou a esse patamar em apenas 17 dias.


Fonte: UOL

quinta-feira, 16 de abril de 2015

"Pare de se fazer de vítima", diz Ozzy em resposta a Bill Ward

Ozzy Osbourne (a esquerda) e o baterista Bill Ward
Ozzy Osbourne divulgou nesta quinta-feira (16) em seu site oficial um texto em resposta a Bill Ward. O antigo baterista do Black Sabbath havia postado em seu Facebook que só voltaria a tocar com Ozzy se o vocalista pedisse desculpas por ter afirmado, pouco antes de gravar o último disco da banda, "13", que o baterista não teria mais condições de tocar. "Queria que Ozzy corrigisse suas opiniões e exageros. Gostaria que ele fosse direto sobre seus pontos de vista falsos. E como eu fui castigado em público, gostaria que ele se desculpasse publicamente, com suas próprias palavras", escreveu Ward.

No texto em resposta ao baterista, Osbourne afirma que nunca quis discutir este tema em público. "Mas a declaração [de Bill Ward] não me deixou outra opção a não ser responder honestamente", diz. "Fisicamente, você sabia que estava f*******. Tony, Geezer e eu sabíamos que você não tinha condições de fazer um set de duas horas, com solo de bateria toda noite", continuou.


Fonte: UOL

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Vendas de música digital igualam vendas físicas pela primeira vez


Foto: Divulgação/Spotify
As vendas mundiais de música digital igualaram pela primeira vez as vendas físicas em 2014, estimuladas pelo sucesso dos serviços de streaming, anunciou a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI).

A entidade, com sede em Londres, considera o avanço do streaming uma boa notícia para a indústria musical, que no entanto registrou queda de 0,4% nas vendas no ano passado, a US$ 14,965 bilhões.

"Pela primeira vez na história, o faturamento da música gravada procede por igual das vendas digitais (46%) e das vendas físicas (46%)", afirma a IFPI. O restante corresponde aos direitos de radiodifusão, de publicidade ou do cinema, entre outros.

Frances Moore, diretora geral da IFPI, acredita que o negócio digital vai superar o mercado físico nos próximos dois anos. "Comprovamos que o streaming domina realmente o mercado digital e podemos imaginar que, um dia, a maior parte das vendas de música acontecerá neste formato", declarou à AFP. O fenômeno está vinculado às inovações tecnológicas e ao desenvolvimento dos smartphones.

As assinaturas de serviços de streaming - que permitem ouvir música de forma ilimitada - continuam sendo uma parte relativamente pequena da indústria, mas o faturamento aumentou 39% em 2014, a US$ 1,57 bilhão, segundo a IFPI. De acordo com a entidade, 41 milhões de pessoas pagam por este tipo de serviço, como o Spotify ou o Deezer.


Fonte: G1

Queen, Rod Stewart e Katy Perry farão shows no Brasil


Queen + Adam Lambert, Katy Perry e Rod Stewart confirmaram novos shows no Brasil, além dos que farão no Rock in Rio 2015. Todos se apresentam em setembro, mesmo mês do festival.

O Queen se apresenta em São Paulo e Porto Alegre, respectivamente em 16 e 21 desse mês. Katy Perry chega à São Paulo, no dia 25, no Allianz Parque, e em Curitiba, no dia 29, na Pedreira Paulo Leminski. Rod Stewart, por sua vez, se apresenta em São Paulo, no Allianz Parque, no dia 19.


Fonte: Omelete

terça-feira, 14 de abril de 2015

Percy Sledge, cantor de 'When a man loves a woman', morre aos 73 anos

Divulgação/Atlantic Records
O cantor americano de soul e R&B Percy Sledge, famoso por interpretar a canção "When a man loves a woman", morreu aos 73 anos, segundo o site da BBC. Segundo a ABC News, o cantor estava lutando há vários anos contra um câncer de fígado.

Steve Green, da agência de talentos Artists International Management Inc, confirmou à BBC que Sledge morreu em sua casa em Baton Rouge, em Luisiana, Estados Unidos, na manhã desta terça-feira (14). "Ele era uma pessoa fantástica e você não encontra isso facilmente nesse meio", disse Green.

Nascido em 25 de novembro de 1941, em Leighton, Alabama, Percy Sledge trabalhou como enfermeiro no início da década de 1960, antes de se tornar músico, e integrava o Hall da Fama do Rock and Roll desde 2005.

Composta por Calvin Lewis e Andrew Wright em 1966, "When a man loves a woman" foi o single de estreia de Sledge em sua carreira musical. A balada, que dominou as paradas de sucesso por várias semanas, ocupa a 53ª posição da lista das 500 maiores canções de todos os tempos da revista Rolling Stone.

Segundo a revista, Sledge havia acabado de perder o emprego e sua namorada na época que gravou o sucesso. "Eu não tinha dinheiro para viver, e não podia fazer nada para reconquistá-la", lembrou-se em uma ocasião.

Ele improvisou a melodia e a letra antes de dar crédito a seus colegas do pequeno grupo ao qual pertencia e que o ajudou nos arranjos da música. Em 1991, a canção foi regravada por Michael Bolton.

"Warm and tender love", "It tears me up" e "Take time to know her" são outros sucessos cantados por Sledge.


Fonte: G1

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